
A Ponte de Guaratuba, uma das principais vitrines do Governo Ratinho Junior na área de infraestrutura, enfrenta agora uma crise financeira que pode gerar uma nova onda de disputas judiciais. Fornecedores e prestadores de serviços afirmam ter mais de R$ 30 milhões a receber do Consórcio Nova Ponte, responsável pela execução da obra.
De acordo com empresas envolvidas na construção, os pagamentos teriam sido interrompidos a partir de fevereiro deste ano, afetando desde grandes prestadores de serviços até pequenas e médias empresas que atuaram diretamente no canteiro de obras. Diante da falta de quitação dos valores, parte dos credores já recorreu ao Judiciário para tentar recuperar os recursos.
Em sua defesa, o Consórcio Nova Ponte atribui os atrasos ao desequilíbrio econômico-financeiro do contrato, argumento que também está sendo analisado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR). Enquanto a discussão avança, fornecedores afirmam acumular prejuízos e cobram uma solução para o impasse que envolve uma das maiores obras públicas do estado.
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